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10/2018

Títulos inéditos da coleção “Quando me sinto” chegam ao mercado brasileiro

Livros da editora Ciranda Cultural oferecem abordagem positivista para auxiliar crianças no autoconhecimento



Metatags: Ciranda Cultural, Sarah Padbury, Trace Moroney, Quando Eu me Sinto

A psicologia positiva adota uma visão mais contemplativa dos potenciais, motivações e capacidades humanas, priorizando mais a busca pela felicidade do que o entendimento dos distúrbios mentais. Esse olhar auxilia a criança a lidar com as frustrações, explorando o que ela tem de melhor.

Nesta aclamada coleção da editora Ciranda Cultural, “Quando me Sinto”, a autora e ilustradora Trace Moroney, apresenta um coelhinho que, diante de seus sentimentos, aprende a lidar com eles e a compreendê-los. A coleção traz também textos direcionados aos adultos, que enfatizam a importância da interação entre pai e filho e, principalmente, do autoconhecimento para alcançar a autonomia.

Originalmente lançada em 2005, “Quando me sinto” é composto por dez títulos, sendo os dois primeiros inéditos: Decepcionado, Nervoso, Amado, Bondoso, Feliz, Irritado, Sozinho, Triste, com Inveja e Medo.

Em “Quando me sinto Nervoso”, por exemplo, o personagem relata algumas situações que o deixam com esse sentimento, como participar de uma competição, falar em público ou dormir na casa de um coleguinha. A obra também menciona sensações como respiração acelerada, ofegante, tremores e calor.

Ao entender o seu sentimento, o personagem passa a refletir sobre o quanto é comum, e ao mesmo tempo bom, ter essas sensações; afinal, o nervosismo pode ajudar o cérebro a ficar mais alerta, e com mais energia é possível agir rapidamente em algumas situações. Respirar profundamente ou conversar com alguém são coisas que o coelhinho faz quando é dominado pelo nervosismo.

Ao final da leitura há questões que a criança pode responder e refletir sobre seus sentimentos. Para os pais, o livro dá dicas de como lidar com a situação. “Os sintomas físicos da ansiedade podem ser assustadores, mas eles também são muito comuns e podem nos ajudar a manter a atenção. Incentivar a criança a respirar lenta e profundamente e a tomar um pouco de água pode ajudá-la a se sentir melhor”, explica a psicóloga infantil Sarah Padbury.

“Vale também conversar sobre as preocupações dela e explicar que ficar nervoso é normal. Compartilhar seus medos e dar uma resposta positiva e tranquila fará a criança se sentir valorizada, desenvolvendo sua autoconfiança para lidar com seus medos”.

Com mais de 2 milhões de livros vendidos, a coleção já foi traduzida para 15 idiomas. Cada título tem capa dura e uma deliciosa textura para tocar e sentir.

Fonte: Primeira Página


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