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Staedtler mira a América Latina e passa a operar no Brasil

Marca expõe na Escolar Office 2019 seu portfólio repleto de grandes clássicos e lançamentos

 

Qualidade e tradição sempre nortearam a Staedtler na composição de seu portfólio, e agora, de olho em sua participação na Escolar Office 2019, a marca traz alguns itens renomados entre jovens em idade escolar e artistas profissionais e amadores.

É o caso, por exemplo, dos Lápis de Cor Noris 144 e das Triplus Fineliners. O primeiro, garantia de durabilidade e satisfação, é produzido com madeira de alta qualidade, e conta com proteção ABS, que envolve e protege a mina de quebras frequentes. Já o segundo produto são um dos carros-chefes da marca, com sua escrita confortável, sistema dry safe que evita ressecamentos, e extensa paleta de cores à disposição.

Além deles, a Staedtler leva para o evento os Marcadores Textsufer Pastel e Vintage, que, com sua ponta chanfrada extra macia, trazem uma variedade de diferenciais para o público expert em lettering, caligrapy e métodos de estudo e desenho.

Expansão

Uma das empresas industriais mais antigas da Alemanha, e que faz parte da grande tradição dos fabricantes de lápis de Nuremberg desde 1835, a Staedtler busca se consolidar cada vez mais no mercado latino-americano. Para tanto, aportou recentemente a maior fábrica de materiais escolares e de escritório do Peru, a Artesco.

Seguindo com os investimentos na região, a companhia selecionou o Brasil para residir sua primeira subsidiária na América Latina, dando início a estratégia de expandir em operação e portfólio. Para Axel Marx, CEO Global da Staedtler, a aquisição majoritária do negócio peruano pode ser considerada uma grande oportunidade para ambas as marcas.

“Esta joint venture é um grande trunfo para nós. Depois de muitos anos, temos novamente uma base de produção no continente americano e, portanto, um posicionamento significativamente mais forte nos mercados regionais”, afirma o executivo.

Segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF), o Brasil é o país que mais recebe investimento estrangeiro direto entre as nações emergentes. O indicador criado pelo próprio IIF busca, segundo seus estudos, medir de maneira mais precisa os fluxos de financiamento externo dos últimos anos.

Sendo assim, fica evidente que empresas como a Staedtler - que possui uma cota de exportação da Alemanha superior a 80% - vêm ganhando cada vez mais segurança e estão otimistas em apostar suas fichas nos negócios locais.

Presente mundialmente em mais de 150 países, com nove fábricas de produção e um total de 3.000 funcionários, a companhia alcançou um faturamento de quase 1,6 bilhões de reais em vendas no ano passado.

Devido a este desempenho significativo e outros fatores, houve um aumento nos empreendimentos internacionais da empresa, juntamente a sua estratégia global que incentiva a importância do desenvolvimento das raízes analógicas e criatividade humana.

“O posicionamento da subsidiária no Brasil é colorir o futuro da marca no país, em todos os sentidos, nas relações com clientes imediatos e o consumidor final”, explica Alexandre Facci, Manager Director Brazil.

Para o executivo, o momento é de apresentar produtos ainda pouco conhecidos para o consumidor brasileiro, através do relacionamento direto com as papelarias. “Tudo isso, sem deixar de lado o esforço no desenvolvimento de materiais com o máximo de qualidade, precisão e conforto”, completa Facci.

 

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Fonte: Primeira Página

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